Monday, October 16, 2006

GRUPOS INDÍGENAS DO MARANHÃO

No Estado do Maranhão habitam, aproximadamente, mais de 15 mil indígenas pertencentes a sete grupos étnicos diferentes. Classificam-se em dois troncos lingüísticos: Tupi-Guarani e Macrojê. Guajajara, Awáguajá, Urubu-Kaapor são povos de língua Tupi, enquanto que os Canela Apaniekrá e Ramkokamekrá, Pukobyê (gavião), Krikati e Timbira Krepu’Kateyé são falantes da língua Jê.
Destes somente os Awá-Guajá não possuem atividades escolares em seus territórios. Esse fato ocorre devido ao pouco tempo de contato que este grupo mantém com a sociedade brasileira. O que reforça a tese de que a escola surge na aldeia com a demanda imposta pelo contato interétnico.
As semelhanças apresentadas pelos falantes de línguas pertencentes ao mesmo tronco lingüísticos expressam-se na organização sócio-cultural desses povos. Apresentaremos, de maneira sintética, os grupos indígenas existentes no Estado.

Povos indígenas pertencentes ao tronco lingüístico Macro-Jê/ Família Timbira
Os povos indígenas pertencentes ao tronco lingüístico Jê, que habitam no estado do Maranhão, estão classificados na grande família lingüística Timbira. Como a língua é o conjunto de códigos mais significativos e expressivo de uma cultura, a semelhança entre línguas de vários povos é um indicio da proximidade de outros elementos culturais.
Todos esses povos apresentavam como características comuns à língua, o corte, o cabelo, a morfologia da aldeia e a corrida de toras.
A forma das aldeias Timbiras é um circulo de casas dispostas a igual distância de um centro, o pátio. Cada casa tem seu próprio caminho, ligando-o ao pátio, que são os caminhos radiais, iguais para todas as casas. O circulo maior da aldeia é a “periferia” (Kricape) onde ocorrem as atividades domésticas ligadas à produção e onde se efetivam as relações entre os grupos familiares que compõem a aldeia. O pátio central é o lugar da vida ritual, onde os homens se reúnem ao nascer e ao pôr do sol. O pátio é, por definição, indivisível: uma metade não é nada sem a outra. O processo de cisão e fragmentação se dá a partir da periferia.
A disposição das casas e a forma de acesso a elas vai definir o tipo de relação entre as pessoas. Quando se atravessa o pátio para ir à casas de alguém isso indica que as relações com aquela pessoa são públicas, ou seja, aliança matrimonial, amizade formal, nominação. Quando não é preciso atravessar o pátio para ir à casa de alguém, deslocando-se pelos quintais, significa que as relações se dão por uma linha de parentes femininos. A uma distância no tempo, entre gerações, correspondente uma distância no espaço: os parentes mais distantes, genealogicamente, são os que residem mais longe.
As aldeias Timbira requerem um grande número de pessoas em função da estrutura cerimonial. Esta tem a função de reunir os grupos domésticos, promover a unidade tribal e definir os limites da sociedade.
Este é, no geral a “forma Timbira” que tem estado sujeita a modificações, especialmente oriundas do contato interétnico. Uma alteração que já ocorre é a criação de novos círculos de casas, ou seja, ao invés da ocorrência de cisões, as aldeias passam a aumentar o círculo periférico, abrindo-o para trás. Em função da instalação de postos da FUNAI nas terras indígenas e dos serviços que presta, tem havido uma tendência a sedentarização das aldeias nas imediações destes postos:

a) Krikati
Os Krikati, cujo nome significa “aldeia grande” autodenominam-se Krikateré. Habitam um território, recentemente demarcado e não homologado com 146.000 hectares, localizados no município de Montes Altos, Amarante, Sítio Novo e Lajeado Novo. São cerca de 600 índios que, atualmente estão divididos em duas aldeias, situada às margens da rodovia MA 280.
Os Krikatis são agricultores e cultivam arroz, mandioca, batata doce, milho, inhame, feijão, fava, utilizando o sistema de coivara. Fazem uso também da pesca e da caça, a cada dia mais disputadas com os “brancos” que vivem dentro da terra Krikati. Possuem também um pequeno rebanho bovino, recebido como indenização por ocasião da passagem da rede elétrica da CHESF. Criam ainda porcos e galinhas.
As informações sobre os primeiros contatos dos Krikati com a sociedade nacional apontam para meados do século passado, por volta de 1848, quando foi fundada a colônia militar de Santa Tereza, onde hoje é a cidade de Imperatriz.
A terra Krikati foi parcialmente demarcada em 1997, sem processo de homologação, sendo esse fato de ainda existir dentro da área fazendeiros e lavradores aguardando indenizações por parte da FUNAI, pelas benfeitorias aplicadas na área indígena.
Existe na aldeia uma escola, construída de alvenaria, onde leciona uma professora não-índia, do quadro da FUNAI, e dois professores indígenas recrutados na própria comunidade. Nessa escola ensina-se o primeiro grau menor, sendo que a alfabetização é feita na língua indígena e na língua portuguesa e é de responsabilidade dos professores indígenas, ficando o ensino de primeira a quarta série a cargo da professora não-índia. As crianças que freqüentam as classes de alfabetização variam em idades de 5 a 8 anos. O processo de alfabetização leva em média dois anos, devido ao fato de não existir material didático especifico para o ensino da língua Krikati, sendo os alunos obrigados a alfabetizarem-se em língua portuguesa, utilizando-se a língua indígena como recurso para explicações.
Além das atividades dessa escola, existe um trabalho de evangelização na área feito pela Missão Novas Tribos do Brasil, a qual utiliza-se da escola para atingir seus propósitos. Foram estes missionários que capacitaram os atuais alfabetizadores bilíngües.
Com uma população de aproximadamente 600 índios esse grupo mantém contato permanente com a sociedade regional devido à proximidade com a cidade e por ter seu território cortado por uma rodovia, onde o trânsito de veículos é intenso.
A cultura permanece, vive através da recuperação de importantes cerimoniais e da língua tradicional, embora a proximidade com os não-indígenas os obriga a questionar e a rever algumas de suas práticas culturais. O Artesanato representa ainda, apesar de tudo, uma fonte econômica. Bastante desenvolvida é a tecelagem em que utilizam linha de algodão natural e colorida, para tecerem as faixas usadas nos dias de festas.
Utilizam ainda o jenipapo e urucu na pintura corporal e a através de motivos geométricos, expressam a arte de sua cultura.

b) Pukobyê (Gavião)
Os Pukobiê são conhecidos regionalmente por Gavião. O nome Pukobyê significa um tipo de inhame. Em vários momentos foram confundidos, na literatura histórica e antropológica, com os Krikatis. No entanto eles assim explicam a semelhança: “Nós sai da mesma árvores, mas nós é um povo e eles é outro povo”.
Os Pukobyê foram os que mais resistiram ao contato com o colonizador. Até fins da década de 60, os Pukobyê estavam distribuídos nas aldeias Governador, Riachinho, Rubiácea e São Félix. Em 1970 estavam praticamente agrupados na aldeia Governador.
Esses índios habitam a terra indígena Governador, situada no município de Amarante, demarcada, em 1978, com 30.900 hectares. Estão distribuídos em três aldeias: Governador, Rubiácea (onde ficam as sedes dos postos da FUNAI), e Riachinho. Todas em formato circular, com uma população total de aproximadamente 700 índios.
Esta terra é cortada no sentido sul-norte por uma rodovia municipal que liga Amarante à estrada MA 006. Os indígenas que habitam essa terra mantém contato permanente com a sociedade regional, devido a proximidade com a sede do município e por ser cortada por uma estrada de trafego regular.
Os Pukobyê são agricultores, praticando também caça, pesca e fabricação de artesanatos como meios de subsistência.
Existe, nas três aldeias, a presença da escola. Na aldeia sede a construção é de alvenaria, no formato escola-residência onde lecionam uma professora não-india da FUNAI, uma missionária da Missão Novas Tribos e um professor indígena, os quais se revezam em turnos, no ensino de alfabetização e primeiro grau menor. Na aldeia Rubiácea, a escola é um pequeno galpão construído por missionários, onde leciona um professor indígena. Na aldeia Riachinho lecionam dois professores indígenas em um barracão construído de madeira. A escola divide-se em duas partes: a sala de aula e quartos onde reside o professor.
A ausência de material didático específico tem dificultado o processo de alfabetização nessas escolas. Apesar dos professores indígenas lecionarem nas escolas, ainda se observa o predomínio do ensino da língua portuguesa.
Muitos alunos da escola Governador, na aldeia sede, complementam seus estudos em Amarante, fazendo deslocamento diário da aldeia até a cidade. Utilizam como meio de transporte bicicletas ou vão a pé.
Os indígenas que habitam essa área mantém contato permanente com a sociedade regional, devido à proximidade com a sede do município e por ser cortado por uma estrada de tráfego regular.

c) Apaniekrá – Canela
Os índios Apaniekrá, cujo nome significa “filho da piranha”, habitam uma única aldeia na terra indígena Porquinhos, demarcada com 79.520 hectares. O outro grupo é denominado de Canela Kamkokamekrá, localizado na área Indígena Canela com 125.212 Ha., cujo entendimento regional é que são um povo só. No entanto, cada grupo identifica-se como povo diferente.

A partir de 1997, quando se criou um novo município desmembrado de Barra do Corda, a terra indígena Porquinhos, desse grupo, passou à circunscrição do município de Fernando Falcão.
Como os demais povos falantes de língua do tronco Macro-Jê esse grupo também distribui suas casas na aldeia fazendo um formato circular. Estão em contato com segmentos da sociedade regional desde o século passado e estiveram envolvidos em diversos conflitos como criadores de gado, fato comum na história dos povos de língua Jê, no Maranhão. No entanto, vivem, fundamentalmente da agricultura, da caca, já mais escassa, e da pesca, como também da fabricação de artesanatos.
Existe na aldeia somente uma escola para atender todas as crianças em idade escolar. As atividades escolares são desenvolvidas por dois professores, um indígena e um contratado pela FUNAI.
Devido à distância dessa terra indígena à sede de Barra do Corda, quando ainda pertencia a esse município, os indígenas que habitam a aldeia Porquinhos mantêm fortes suas características sócio-culturais e lingüísticas.

d) Ramkokamekrá – Canela
Os índios que habitam a terra indígena Canela, atualmente pertencente ao município de Fernando Falcão, são conhecidos regionalmente como Canela, auto-identificam-se como Ramkokamekrá, o que significa em português “homem da terra onde há muito almíscar”.
Os Ramkokamekrá moram em uma aldeia de formato circular, chamada aldeia do Ponto ou Escalvado. Além dessa aldeia sede, existem outras menores construídas perto das roças, nas quais moram no grande período das atividades de agricultura.
Os Ramkokamekrá, devido ao relativo isolamento dos centros populacionais, mantêm suas tradições, crenças e costumes ainda muito fortes. Tanto na aldeia sede como nos centros de trabalho é percebida a presença de escola. Na sede a escola é um prédio de alvenaria, contendo duas salas de aula, e em anexo a casa das professoras não-índias que nela lecionam. Nos centros de trabalho as atividades escolares são feitas nas casas dos professores.
A educação escolar, entre esse povo, é feita tanto por não-índios (na aldeia sede) como por indígenas, sendo que um leciona na aldeia sede e os demais nas escolas dos centros de trabalho. Entretanto, a alfabetização e demais séries é feita em português devido a falta de material didático específico e ausência de qualificação dos docentes para ministrarem o ensino bilíngüe.

e) Timbiras da Geralda
São conhecidos por Timbira um grupo de 115 índios não identificados localizados no Município de Barra do Corda, residentes na Aldeia Geralda – Toco Preto, pertencentes ao tronco lingüístico Jê.
Todos os povos ao tronco lingüístico Jê, como os Krikati, Gavião (Pukobyê) e os Canelas (Ramkokamekrá e Paniecra), estão classificados na grande família Timbira, citados anteriormente.

Grupos indígenas pertencentes ao tronco lingüístico Tupi
Dos povos falantes de língua Tupi, que vivem no Maranhão, apenas dois possuem línguas classificadas numa mesma família lingüística. São os Tenetehara e os Kaapor, cujas línguas são da família tupi-guarani. Portanto, as semelhanças lingüísticas e sócio-culturais, entre eles são menores do que as existente entre os povos de língua jê. O estilo das aldeias é comum, o traçado não seguindo nenhum modelo definido, com exceção dos Awá que não se organizam em aldeias, por serem nômades. Kaapor e Tenetehara possuem traços comuns nas suas mitologias pois ambos se dizem descendentes de Maira, o herói civilizador.

a) Tenetehara - Guajajara
Os Tenetehara representam um dos poucos remanescentes dos outrora numerosos povos Tupi-Guarani que se distribuíam por extensa área do território brasileiro. A palavra Tenetehara significa “o ser íntegro, o homem verdadeiro”.
Esse povo está distribuído em 10 terras indígenas, localizadas em vários municípios do Maranhão, principalmente às margens dos rios Corda, Mearim e Pindaré. São encontrados também no Pará, às margens dos rios Gurupi, Guamá e Capim. Os do Maranhão são conhecidos regionalmente como Guajajara e os do Pará, como Tembé. No entanto, compartilham as mesmas características sócioculturais e lingüísticas, apesar de identificarem-se como povos distintos.
As aldeias Tenetehara variam em tamanho, dependendo da quantidade de famílias extensas que nelas habitam. As casas são distribuídas em ruas de traçados desiguais, assemelhando-se aos povoados do interior do Maranhão. Próximos a cada aldeia existem os “centros” que são abrigos temporários localizados junto às roças e onde, geralmente, estão instaladas as casas de farinha. A unidade mais importante da estrutura social Tenetehara é a família extensa, constituída por um número de famílias nucleares reunidas por laços de parentesco. Constitui a base da produção econômica e sobrevive ao rompimento das famílias nucleares. Em geral, novas aldeias são criadas pela migração de uma família extensa que, por algum motivo precisou abandonar a moradia anterior.
Os Tenetehara estão em contato com a sociedade envolvente desde os primeiros tempos da colonização. De várias maneiras os colonizadores tentaram impor seu domínio sócio-cultural e lingüístico a esse povo, o qual tem resistido bravamente.
A sobrevivência física dos Tenetehara é obtida, basicamente, pela agricultura. A caça é uma atividade mais esporádica por estar mais escassa. Praticam também a pesca principalmente os que vivem em aldeias próximas a igarapés ou rios.
Esse grupo étnico é o mais numeroso do Estado. São, aproximadamente, 12 mil índios divididos em oito terras indígenas.
Em todas as terras existe a presença da escola, sendo assumida, em sua maioria, por professores indígenas. Existem ainda não-índios lecionando nas escolas teneteharas, mas em termos proporcionais esse número é bastante reduzido. Entretanto, ainda não se observa uma efetiva prática de ensino bilíngüe, sendo esta restrita a algumas aldeias. Esse fato é determinado pela ausência de material didático especifico e falta de qualificação docente para o exercício do magistério indígena. Os Tenetehara iniciaram suas experiências escolares com missões jesuíticas, no século XVII e capuchinhos, a partir do século XIX.

b) Urubu-kaapór
Os índios Urubu-kaapór autodenominam-se kaaporté, que significa “habitante da mata”. Esse povo habita a terra indígena Alta Turiaçu, demarcada com 530.000 hectares, a qual existem várias aldeias. São regionalmente conhecidos como Urubu.
Os Urubu-kaapór são habitantes da floresta e apresenta todo um estilo de vida adaptado à mata. Orientam suas atividades por um calendário definido pelos ciclos da natureza, assim como sua mitologia é elaborada a partir da floresta. Devido a esse fator mantêm uma distância sócio-cultural e lingüística bastante acentuada em relação aos regionais. Quase não se observa nas aldeias pessoas falantes do português. As aldeias são formadas por casas grandes, geralmente sem paredes. A distribuição das casas é arbitrária. A guerra é a maior fonte de respeito e prestigio diante do grupo e sempre funcionou como uma válvula de escape para as tensões internas, até a “participação”, em 1928, que os obrigou a redimensionar seu sistema social.
Os primeiros contatos dos Kaapor, com os brasileiros, ocorreram ainda no século passado no Pará.
O Kaapor praticam a agricultura, a caça e a pesca. Destacaram-se na confecção de objetos decorados com penas de pássaros.
A escola na aldeia Ximborendá é assumida por missionários que têm um trabalho de mais de sete anos junto aos Kaapor. A escola, nessa aldeia, é utilizada como a estratégia para evangelização. Existia também um escola assumida por uma professora da FUNAI que, apesar de não ser índia, aprendeu a língua indígena e utilizava o ensino bilíngüe na escola da aldeia.
Entre os Urubu-Kaapór a escola ainda não apresenta características próprias, pois não se observa indígenas nem há mas materiais didáticos específicos para as escolas desse grupo étnico.
Como outros povos tupi, também os Kaapor têm como instituição fundamental sua organização sócio-político-econômico a família nuclear que se organiza em família extensa através de um sistema de parentesco que privilegia o casamento entre primos cruzados.
Quanto à cultura eles expressam uma grande habilidade na arte plumária, na fabricação de belíssimos arcos e na construção de suas casa, amplas, sem paredes e características pelo telhado de palha e ubim.

c) Awá-Guajá
Os índios Awá são popularmente conhecidos como Guajá e constituem uma das últimas sociedades que sobrevivem somente da caça e da coleta. Não apresentam vida sedentária, por não se utilizarem da agricultura como meio de sobrevivência. Alguns bandos começam a desenvolver o plantio da mandioca e aprendem a fazer farinha.
Perambulam por uma extensão territorial que vai desde a terra indígena. Alto Turiaçu, até a terra indígena Caru. Atualmente, está em processo a demarcação de um território, num espaço entre as duas acima referidas, para ser exclusivo dos Awá. A delimitação prevê 118.000 hectares.
Os Awá falam uma língua da família lingüística tupi-guarani, muito próximo a dos Tenetehara, conforme COELHO (1987).
Contactados recentemente, esse povo não desenvolve atividades educacionais.



OUTRAS INFORMAÇÕES

Através do Decreto Lei 26/91, de 04.02.91, tirou a incumbência da educação Escolar junto as sociedades indígenas e atribui ao Ministério da Educação, ou seja fica ao encargo do estado e município


Medida Provisória nº 1.911-8 de 29.07.99, com força da Lei nº 9.649 de 1998, onde foi transferido as ações de Saúde da Fundação Nacional do Índio – FUNAI, para a Fundação Nacional de Saúde – FUNASA,


O papel da FUNAI é apenas assistencial, tendo apenas uma pequena parceria na área de educação, apoio na área de atividade produtiva.

O índio sobrevive através de caças pescas, venda de artesanato indígenas e pequenas lavoura de subsistência.

O índio ainda continua discriminado pela luta pela terra, não sabendo que o índio não quer terra para fazer grandes lavouras e sim para que permaneça os meios de sua sobrevivência, que no caso é a caça e a pesca;
O índio não tem ambição, não guarda para amanhã como faz os civilizados, quando tem compartilha com os outros.

fonte: Raimunda Passos Almeida

8 Comments:

At 6:52 PM, Blogger Denilda Perez said...

Há possibilidade de voce falar onde poderei encontrar o mapa da aldeia dos Krikatis para pesquisa, tenho interesse em saber onde começa e termina a aldeia, há muitas dúvidas dos moradores/proprietários de terra.

Se souber onde poderei encontrar, fico grata!

Att,

Denilda Peres
denilda.asocial@yahoo.com.br

 
At 6:53 PM, Blogger Denilda Perez said...

Há possibilidade de voce falar onde poderei encontrar o mapa da aldeia dos Krikatis para pesquisa, tenho interesse em saber onde começa e termina a aldeia, há muitas dúvidas dos moradores/proprietários de terra.

Se souber onde poderei encontrar, fico grata!

Att,

Denilda Peres
denilda.asocial@yahoo.com.br

 
At 9:36 AM, Blogger BJSS GORDINHO said...

Gostaria que alguém me respondesse quais tribos indigenas vivem atualmente no Maranhão

 
At 9:37 AM, Blogger BJSS GORDINHO said...

Gostaria que alguém me respondesse quais tribos indigenas vivem atualmente no Maranhão

 
At 9:37 AM, Blogger BJSS GORDINHO said...

Gostaria que alguém me respondesse quais tribos indigenas vivem atualmente no Maranhão

 
At 11:21 AM, Blogger Chayene Carvalho said...

Oi

 
At 11:21 AM, Blogger Chayene Carvalho said...

Oi

 
At 4:14 AM, Blogger john kennedy guimaraes said...

Atualmente vivem no Maranhão todas as tribos citadas no artigo.

 

Post a Comment

<< Home